quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Notícia da Semana Atualidades

Relembrando John Lennon


Há 30 anos, em 8 dezembro de 1980, o mundo perdia John Lennon, mas as lembranças que o Beatle deixou na humanidade continuam vivas entre as pessoas que tiveram, de alguma forma, sua vida tocada pelo músico



Foto: LENONO PHOTO ARCHIVE/DIVULGAÇA
Relembrando John Lennon
Lennon e Yoko em uma das muitas ações pacifistas que promoveram nos anos 70
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Mick Jagger
O vocalista dos Rolling Stones lembra os momentos de sua amizade com Lennon

Meu primeiro encontro com John Lennon me deu um forte senso de humildade, o que, de certo modo, foi divertido. Eu não sabia o que dizer a ele. Os Beatles eram muito importantes na época - foi em 1963, antes de gravarmos - e nós realmente não éramos nada. Estávamos a um passo do sucesso quando eles vieram nos ver tocar. Quer dizer, eles eram tão grandes! Não eram só músicos, eram ídolos da juventude e maiores do que a vida. E usavam roupas de couro, o que ainda não podíamos comprar.

Uma noite, quando estávamos tocando em uma casa de Richmond - naquela fase só tocávamos rhythm & blues e algumas coisas músicas do Chuck Berry -, eles vieram e ficaram na lateral da plateia (usando capas de chuva de couro!) e eu nem quis olhar para eles. Eu estava com vergonha. Mas depois o John foi superlegal. Eu disse: "Você sabe tocar gaita, não é?" - ele tinha tocado gaita em "Love Me Do". Ele então disse: "Mas na verdade eu não sei tocar como vocês". Eu sopro e aspiro, só. Nós não sabemos tocar blues".

Era a primeira vez que eu os via. Eles vieram várias vezes nos ouvir tocar no Crawdaddy no West End, e John veio mais vezes que os outros. Eles costumavam circular por discotecas como a Ad-Lib - isso foi mais ou menos um ano depois (John gostava de casas noturnas) - e lembro que uma vez, quando todos nós estávamos marcando ponto em uma das boates, George ficou discursando para mim sobre quantos discos os Beatles tinham vendido a mais que nós. O que não estava em discussão! Ele estava superansioso para chamar atenção. John, depois de ouvir tudo, disse: "Bom... não se preocupe com George. Ele ainda não superou o fato de que consegue vender discos". Ele foi muito legal naquela hora. Nem sempre ele era a pessoa cáustica que podia ser.

Eu gostava muito dele. Não éramos amigos íntimos, mas sempre fomos simpáticos um ao outro. Mas, depois que os Beatles e os Stones pararam de tocar em casas noturnas, já não nos víamos tanto. De certo modo, naquela época estávamos competindo, sim. Brian Jones, mais do que qualquer um de nós, sentiu que estávamos competindo - cada um estava em uma competição terrível - e, se eles estivessem na América, explorávamos o fato de eles não estarem tocando na Inglaterra, coisas assim. Mas éramos amigáveis com eles, devo dizer.

Depois disso, eu já não via tanto o John, até que ele se separou de Yoko, por volta de 1974. Voltamos àquele convívio amigável, na verdade mais amigável do que nunca. Nós nos vimos um pouco em L.A., mas na maioria das vezes em Nova York e também em Montauk, Long Island, onde veio ficar comigo. Foi um tempo muito divertido. Armávamos uns bons porres, saíamos de veleiro, e ficávamos à toa com as guitarras, tocando. Isso foi quando John estava se preparando para gravar seu álbum de rock and roll, e ele estava claramente tentando pegar umas dicas minhas para decidir o que gravar. Passeamos por todos os rocks antigos, e ele separava os que gostava.

Quando ele voltou para a Yoko, entrou em hibernação. Ele morava perto de mim em Nova York, mas eu provavelmente fui considerado uma das "más influências", então nunca mais me deixaram vê-lo depois disso. Em uma ou duas ocasiões, quando eu fui visitar alguém no Dakota, deixei um recado dizendo: "Eu moro pertinho. Sei que você não quer ver ninguém, mas, se quiser, me liga". Ele nunca ligou.

No meu passaporte, há uma nota afirmando que a inelegibilidade do meu visto foi retirada "devido ao precedente Lennon". Ele enfrentou um processo judicial realtivo a seus problemas de visto, por causa de uma condenação por posse de Inglaterra - na verdade, nós fomos presos mais ou menos ao mesmo tempo - e ele venceu o processo após cinco anos e US$ 250 mil de despesas legais. Por isso, ele me ve à memória toda vez que entro nos Estados Unidos.

Este texto faz parte do livro Memórias de John Lennon (Spring, 310 páginas). Editado pela viúva Yoko Ono, o trabalho tem colaborações de astros da música, como Bono (U2), Chuck Berry, Alicia Keys, Elton John e muitos outros, que cederam depoimentos, poemas, fotos, entrevistas e desenhos para o volume. Amigos próximos também ajudaram: colaboradores da época dos Beatles e parceiros como o tecladista Billy Preston (que tocou no álbum Let it Be, de 1970) e o lendário documentarista Albert Maysles (First US Visit) relatam seus relatos pessoais com esse gênio da música popular. Intelectuais como Tariq Ali e Norman Mailer também dão suas versões sobre o mito, abordando o impacto político da luta de John Lennon e Yoko Ono pela paz mundial, que começou no fim dos anos 60 e seguiu até o assassinato do músico. Memórias de John Lennon traz também imagens da histórica sessão fotográfica de Annie Leibovitz para a Rolling Stone, a última do cantor de "Imagine". As imagens mostram John Lennon nu, abraçado a Yoko Ono, que está completamente vestida. Mais do que uma biografia, Memórias de John Lennon é a prova de que o músico afetou - de diferentes formas - a vida de muita gente, de anônimos a famosos, de amigos a figuras essenciais da cultura mundia do século XX.

Fonte:

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Notícia da Semana Atualidades

O RIO CONTRA O CRIME"

Carlos José Marques, diretor editorial


Foram décadas de resignação do Estado e de uma política promíscua cuja tônica era o relacionamento respeitoso – quase amigável – e de acordos espúrios entre autoridades e bandidos. Governantes acomodados, populistas e, em certos casos, pouco éticos fizeram vista grossa ao avanço dramático do tráfico e do crime organizado. As facções armadas dos pés à cabeça, com fuzis e metralhadoras, tomaram conta da situação, mandando e desmandando pelas ruas e bairros do Rio de Janeiro, num quadro tão surrealista como inaceitável. Os grupos de marginais chegaram a impor toques de recolher a escolas e ao comércio local. Agiram sem resistência e sem receio. Formaram
uma espécie de comando paralelo, turbinado pela glamorização das favelas e pelas táticas frouxas de combate do poder legalmente constituído. A sociedade virou refém. À mercê da barbárie. Vivendo numa praça de guerra diária como se fosse a coisa mais natural do mundo. Com a segurança por um fio, quase artigo raro, a vida passou a não valer mais nada na Cidade Maravilhosa. A inapetência e inoperância de quem deveria prover a ordem estiveram por trás do problema. De uns tempos para cá, o cenário mudou. O modelo das Unidades de Polícia Pacificadora (as UPPs) deu resultados visíveis e extraordinários, com apoio irrestrito da população. O resgate da cidadania entrou em curso. Moradores de comunidades, antes praticamente alijados do aparato social de educação e saúde, passaram a receber serviços básicos essenciais. O banimento da violência nos morros propiciou a liberdade do ir e vir desses cidadãos. Era evidente que a transição não ocorreria sem traumas. Como numa panela de pressão, mais cedo ou mais tarde a reação desesperada de quadrilhas acuadas ocorreria. E ela veio numa onda terrorista e de vandalismo, com arrastões, assaltos e incêndio de veículos, que visavam fundamentalmente espalhar o medo e intimidar as autoridades. O império do tráfico, que por anos entendeu que estava tudo dominado, quis tomar de volta o que perdeu. Mas a resposta da sociedade – por mais dolorosa e arriscada que possa parecer nesse momento – deve ser a da resistência. Com o apoio e a ajuda de todo o País, até o desmantelamento completo dessas quadrilhas e o aniquilamento das práticas deletérias de comércio ilegal de drogas. Não pode haver trégua, hesitação ou recuo nessa luta. A hora é agora! O controle territorial do Rio – que pretende sediar eventos globais como a Olimpíada e a Copa do Mundo – não pode seguir nas mãos de marginais como ocorreu no passado recente. A falsa ideia de que a via do entendimento com esses bandidos é uma alternativa possível não deve prevalecer. A polícia fluminense precisa seguir avançando, sem fraquejar, no encalço daqueles que se imaginavam imunes à lei, expulsando-os do convívio social até o triunfo final. A imagem do Cristo com colete e munição na capa desta edição da ISTOÉ suscitou polêmica entre os editores, mas prevaleceu a ideia de que, neste caso, mais do que o ícone religioso, a estátua do Redentor representa o símbolo maior de uma cidade que está pronta a responder, sem indulgência, às ameaças criminosas. O que se propõe não é uma imagem de guerra, mas da resistência e busca de paz.

Fonte: http://www.istoe.com.br/assuntos/editorial/detalhe/112739_O+RIO+CONTRA+O+CRIME


quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Notícia da Semana Atualidades

Dengue põe em risco 11 capitais, diz Temporão

Maior número de cidades expostas está no nordeste; ministro visita região

AE

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Onze capitais estão em alerta para epidemia da dengue e o Ministério da Saúde pôs à disposição R$ 1 bilhão para o combate à doença, afirmou nessa quarta-feira (17) o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Até 16 de outubro foram notificados no País Quase 940 mil casos de dengue clássica, dos quais mais de 14 mil foram graves. O número de mortes foi de 592.
Além de Aracaju, as demais capitais em alerta são Salvador, Palmas, Rio de Janeiro, Maceió, Recife, Goiânia, Manaus, Boa Vista, Fortaleza e Vitória. Na quarta, Temporão seguiu para o Ceará e o Piauí; nesta quinta-feira (18), ele visita Salvador.
O Nordeste concentra o maior número de municípios sob risco de surto. São 11 - 5 em Pernambuco, 4 no Rio Grande do Norte e 2 na Bahia. Outras 37 cidades estão em alerta e 16 com índice satisfatório - incluindo as capitais São Luís, Teresina e João Pessoa. Na região, 20 municípios estão em fase de conclusão do levantamento.
Após passar o ano com alta incidência de dengue, Minas corre o risco de enfrentar uma grave epidemia com o início do período chuvoso. Em Belo Horizonte, a prefeitura anunciou pagamento de 14.º salário para agentes de combate que cumprirem metas. O governo estadual anunciou a formação de uma força-tarefa, com a participação do Exército e da Aeronáutica, para tentar conter o avanço dos casos.

Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/111429_DENGUE+POE+EM+RISCO+11+CAPITAIS+DIZ+TEMPORAO?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Notícia da Semana Atualidades

Lula diz que mundo vai à falência, se países ricos não estimularem o consumo

Presidente brasileiro pede que mundo desenvolvido deixe de pensar só na exportação

AFP

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Os países ricos devem estimular o consumo interno, como fizeram as nações emergentes, já que se incentivarem apenas as exportações como forma de sair da crise "o mundo vai à falência", alertou nesta quinta-feira (11) em Seul o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"Se os países mais ricos não estão consumindo a contento, o mundo vai à falência. Se todo mundo quiser só vender, não quiser comprar, como é que vai ficar o Ceará?", disse Lula, brincando.
Ao contrário das nações emergentes, que adotaram políticas expansivas durante o auge da crise financeira internacional, "os países ricos, que têm uma margem de manobra menor sobre o consumo (...), fizeram uma contenção do gasto", afirmou o presidente do Brasil.
"Mas se eles (os países desenvolvidos) não consumirem e se quiserem apostar apenas nas exportações (como mecanismo para sair da crise), o mundo vai à falência", advertiu Lula antes do início da reunião de cúpula do G20.
Lula, que chegou à reunião do G20 afirmando que "dialogar é melhor do que brigar", explicou que "num mundo globalizado, e cada vez mais interdependente, não podemos mais deixar que um país tome uma decisão unilateral sem pensar nas consequências para os demais países".
O presidente também destacou que o comércio mundial depende diretamente do consumo nas nações desenvolvidas. "Todo mundo quer ganhar mais com mais exportação. E não é possível apostar apenas nisto", completou, em uma entrevista coletiva antes da reunião de cúpula do G20.
"Os países emergentes não suportam ser responsáveis pelo consumo e pela produção ao mesmo tempo", disse, antes de pedir um acordo no G20 para ações de consenso destinadas a corrigir os desequilíbrios cambiais que afetam o comércio mundial.
Lula foi consultado sobre a alternativa de uma cesta de moedas para substituir o dólar como moeda de referência, e disse que o Brasil trabalha nesta possibilidade com China, Rússia e Índia.
"Desde o ano passado estamos discutindo no BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), para fazer comércio em nossas moedas. Isto é fácil de falar, mas estamos tão acostumados a trabalhar com o dólar que há medo de fazer algo novo", afirmou.
"Mas o dólar não pode continuar sendo uma moeda de referência se é feito por apenas um país. Tem que haver outras possibilidades de referência", concluiu o presidente brasileiro.
Ao lado do presidente Lula durante a entrevista, o ministro da Fazenda Guido Mantega advertiu que se o G20 não alcançar um acordo que permita evitar as manipulações cambiais, o mundo seguirá para um "protecionismo comercial".
"É preciso obter acordos sobre moedas chaves, já que se cada um se defender e cada um manipular o câmbio, isto leva os países que têm mercado a tentar protegê-los", destacou Mantega.
"Se o desequilíbrio cambial não for contido, os países que têm excesso de dólares deverão adotar medidas defensivas de controle de capital", completou Mantega, em referência às decisões anunciadas pelo ministério da Fazenda para tentar conter o fluxo de capitais especulativos que buscam no Brasil melhores rendimentos do que em mercados tradicionais de países ricos.
"A guerra cambial que se transforma em guerra comercial é um tema importante para ser debatido no G20", disse o ministro.
"Há países que procuram desvalorizar suas moedas para que as mercadorias fiquem mais baratas e melhorar suas exportações", declarou, citando China e Estados Unidos.

Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/110521_LULA+DIZ+QUE+MUNDO+VAI+A+FALENCIA+SE+PAISES+RICOS+NAO+ESTIMULAREM+O+CONSUMO?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Notícia da Semana Atualidades

Dilma é eleita a 16ª pessoa mais poderosa do mundo pela "Forbes"

Publicação americana colocou nova presidente brasileira acima de Nicolas Sarkozy e Hilary Clinton

ISTOÉ

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Recém eleita presidente do Brasil, Dilma Roussef foi alçada ao posto de 16ª pessoa mais poderosa do mundo. A seleção foi feita pela revista "Forbes", que publica assuntos ligados à economia nos EUA. A petista ficou à frente de pessoas como o presidente da França, Nicolas Sarkosy (19º), o dono da empresa de eletrônicos Apple, Steve Jobs (17º) e a secretária de Estado dos EUA, Hilary Clinton (20º). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não aparece na lista, que tem 69 nomes. O empresário Eike Batista aparece em 58º lugar.
Em primeiro lugar na lista aparece o presidente da China, Hu Jintao, seguido na segunda posição pelo presidente dos EUA, Barack Obama e o rei da Arábia Saudita Abdullah bin Abdul Aziz al Saud em terceiro. O primeiro ministro russo, Vladmir Putin ficou em quarto lugar (o presidente do país, Dmitry Medvedev ficou em 12º), seguido pelo Papa Bento XVI.
Outros nomes de destaque são a chanceler da Alemanha, Angela Merkel (6º), o primeiro ministro do Reino Unido, David Cameron (7º), o fundador da empresa de eletrônicos Microsoft, Bill Gates (10º), o presidente da Itália, Sílvio Berlusconi (14º).
Os co-fundadores da empresa Google ficaram juntos na 22ª posição. O presidente de Israel, Benjamin Netanyahu ficou em 24º lugar. Já o líder espiritual Dalai Lama está na 39ª posição, seguido pelo fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, que tem apenas 26 anos e é o mais novo da lista.

Leia a seguir a lista dos 20 primeiros colocados:
1 - Hu Jintao - Presidente da China
2 - Barack Obama - Presidente dos EUA
3 - Abdullah bin Abdul Aziz al Saud - Rei da Arábia Saudita
4 - Vladimir Putin - Primeiro ministro da Rússia
5 - Papa Bento XVI
6 - Angela Merkel - Chanceler Alemã
7 - David Cameron - Primeiro Ministro do Reino Unido
8 - Ben Bernanke - Presidente do Banco Central Americano
9 - Sonia Gandh - Presidente do Congresso Nacional Indiano
10 - Bill Gates - Fundador da Microsoft
11 - Zhou Xiaochuan - Dirigente do Banco da China
12 - Dmitry Medvedev - Presidente da Rússia
13 - Rupert Murdoch - Presidente da News Corporation
14 - Silvio Berlusconi - Primeiro Ministro Italiano
15 - Jean-Claude Trichet - Presidente do Banco Central Europeu
16 - Dilma Rousseff - Eleita presidente do Brasil
17 - Steve Jobs - Presidente da Apple
18 - Manmohan Singh - Primeiro Ministro da Índia
19 - Nicolas Sarkozy - Presidente da França
20 - Hillary Clinton - Secretária de Estado dos EUA

Fonte:http://www.istoe.com.br/reportagens/109296_DILMA+E+ELEITA+A+16+PESSOA+MAIS+PODEROSA+DO+MUNDO+PELA+FORBES+?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

domingo, 31 de outubro de 2010

Resultado das eleições Presidenciais Segundo Turno 2010

Seções: 400.001
Seções Apuradas: 396.848 (99,21%)

Eleitorado: 135.804.433
Apurado: 134.903.975 (99,34%)
Abstenção: 28.928.871 (21,44%)
Comparecimento: 105.975.104 (78,56%)

Votos: 105.975.104
Brancos: 2.445.181 (2,31%)
Nulos: 4.661.059 (4,40%)
Válidos: 98.868.864 (93,29%)

Seq.
Nº Cand.
Nome Candidato
Partido / Coligação
Qtde. Votos
1
13
DILMA
PT - PRB / PDT / PT / PMDB / PTN / PSC / PR / PTC / PSB / PC do B
55.354.520 (55,99%)
2
45
JOSÉ SERRA
PSDB - PTB / PPS / DEM / PMN / PSDB / PT do B
43.514.344 (44,01%)

Atualização das 21:32 hs.

Fonte: http://divulgacao.tse.gov.br/#

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Faleceu ex presidente argentino, Nestor Kirchner

Notícia da Semana Atualidades

27/10/2010 16h01 - Atualizado em 27/10/2010 16h04

Corpo de Néstor Kirchner deve ser velado no Congresso da Argentina

Ex-presidente morreu na manhã desta quarta-feira (27) em El Calafate.
Ele descansava na cidade ao lado da mulher, a presidente Cristina.

Do G1, com agências internacionais

O corpo do ex-presidente argentino Néstor Kirchner, morto nesta quarta-feira (27), deve ser levado a Buenos Aires para ser velado no Congresso Nacional, segundo a agência oficial de notícias argentina. Antes, ele será homenageado em uma cerimônia íntima em El Calafate, na província de Santa Cruz, onde ocorreu a morte.

Néstor Kirchner morreu por volta das 10h locais (11h no horário brasileiro de verão), vítima de um ataque cardíaco. "Foi uma morte súbita", disse Luis Buonomo, médico de Kirchner, em entrevista.

Kirchner morreu depois de ter sido internado emergencialmente por problemas cardíacos no hospital José Formenti, em El Calafate, na província de Santa Cruz, berço político do casal Kirchner.

Ele e a esposa, sua sucessora e atual presidente Cristina Fernández de Kirchner, descansavam na residência da família na cidade. Ela -que se recuperava de uma gripe- estava ao lado dele quando ele passou mal.

O casal estava na cidade desde o final de semana passado, segundo o "La Nación".

Esta quarta-feira é feriado nacional na Argentina, por conta da realização do censo.

Argentinos convocaram pelas redes sociais um ato em homenagem a Kirchner que deve acontecer na Praça de Maio, em frente à Casa Rosada, às 20h (21h de Brasília). Várias pessoas já estavam reunidas no local para ter mais notícias sobre a morte do ex-presidente.

Saúde problemática
Os problemas de saúde do ex-presidente e deputado não eram novos.

Mapa localiza El Calafate, onde Néstor Kirchner morreu.
Mapa localiza El Calafate, cidade em que
Néstor Kirchner morreu. (Foto: Arte G1)

Em 2004, ele teve um crise gástrica derivada de uma síndrome do cólon irritável.

Em fevereiro, foi submetido a uma cirurgia emergencial de alta complexidade para desobstruir a artéria carótida direita.

Em meados de setembro, Kirchner havia sido submetido a uma angioplastia coronária, um procedimento para a dilatação de uma obstrução ou estreitamento das artérias do coração, depois de ter sido internado com dores no peito.

De acordo com nota divulgada pelo governo à época, o procedimento foi um “sucesso” e também incluiu a colocação de um “stent”, uma prótese metálica que, posicionada no interior de artérias coronarianas obstruídas, normaliza o fluxo sanguíneo local.

Corpo pode ir a Buenos Aires
O chefe de gabinete do governo da Argentina, Aníbal Fernández, e outros funcionários partiram para El Cafalate por conta da morte súbita de Kirchner.

Dezenas de pessoas se reuniram em frente à Casa Rosada, sede do governo argentino, à espera de notícias sobre a morte do marido da presidente Cristina.

Argentinos prestam solidariedade nesta quarta-feira (27) à presidente Cristina Kirchner, em frente à Casa Rosada.
Argentinos prestam solidariedade nesta quarta-feira (27) à presidente Cristina Kirchner, em frente à Casa Rosada. (Foto: AP)
O ex-presidente argentino Néstor Kirchner brinca ao tomar posse de seu primeiro mandato, em 25 de maio de 2003.
O ex-presidente argentino Néstor Kirchner brinca ao tomar posse de seu primeiro mandato, em 25 de maio de 2003. (Foto: AFP)

Possível candidato
Deputado, líder do governante Partido Justicialista e secretário-geral da Unasul (União das Nações Sul-Americanas) , Kirchner tinha 60 anos e governou a Argentina entre 2003 e 2007.

Sua presidência foi marcada pela consolidação da recuperação econômica do país, depois de uma forte crise econômica e política nos anos anteriores. Ele também ajudou a reunificar o Partido Justicialista (peronista), que enfrentava uma crise interna.

Seus adversários o acusavam de autoritarismo, e o mercado financeiro via com desconfiança as políticas econômicas de Kirchner, que também eram seguidas pela administração de sua mulher.

Néstor Kirchner conseguiu eleger Cristina como sua sucessora, para um mandato que se encerra em 2011.

O governo de Cristina enfrentou sua pior crise em 2008, quando o setor agrário fez seguidas greves por conta da taxação sobre a exportação de soja.

Na ocasião, Néstor Kirchner acusou os fazendeiros de complô e pediu que seus partidários boicotassem as companhias que participaram dos protestos.

Néstor Kirchner era o principal aliado e conselheiro de Cristina, e, apesar do desgaste sofrido pelo governo dela nos últimos anos e de seus recentes problemas de saúde, esperava-se que ele fosse se candidatar novamente à presidência nas eleições do próximo ano. Agora, fala-se que Cristina poderia ficar encorajada a tentar a reeleição.

Kirchner costurou alianças para tentar voltar ao poder, mas também estreitou laços com líderes esquerdistas latino-americanos, como o presidente da Venezuela, Hugo Chávez.

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/10/corpo-de-nestor-kirchner-deve-ser-velado-no-congresso-da-argentina.html


sexta-feira, 22 de outubro de 2010

IBGE: taxa de desemprego cai 6,2% em setembro

Notícia da Semana Atualidades

IBGE: desemprego de 6,2% é o menor da série histórica

Por Jacqueline Farid

IBGE: desemprego de 6,2% é o menor da série histórica Foto:IstoÉ Dinheiro

O desemprego apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em setembro, de 6,2%, representou a menor taxa mensal da série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), iniciada em março de 2002. A informação foi destacada hoje pelo gerente da pesquisa, Cimar Azeredo. Segundo ele, o levantamento registrou outro recorde: em setembro, pela primeira vez na série histórica, o número de desocupados nas seis regiões ficou abaixo de 1,5 milhão de pessoas, somando 1,48 milhão.

O número de ocupados nas seis principais regiões metropolitanas do País somou 22,28 milhões de pessoas em setembro, com aumento de 0,7% ante agosto e alta de 3,5% na comparação com setembro de 2009. Já o número de desocupados, de 1,48 milhão em setembro, indicou uma queda de 7,5% ante agosto e um recuo de 17,7% em relação a setembro de 2009.

Rendimento habitual

A massa de rendimento médio real (descontada a inflação) habitual dos trabalhadores nas seis principais regiões metropolitanas do País chegou a R$ 33,8 bilhões em setembro, informou o IBGE. O resultado representa uma alta de 2,1% em relação a agosto e um aumento de 10,1% na comparação com setembro de 2009.

Já a massa de rendimento médio real efetivo somou R$ 33,5 bilhões em agosto, com alta de 2,6% em relação a julho e um aumento de 10,5% ante agosto do ano passado. A renda real efetiva sempre se refere ao mês anterior ao da taxa de desemprego.

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Fonte: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/38463_IBGE+DESEMPREGO+DE+62+E+O+MENOR+DA+SERIE+HISTORICA

Como Montar uma Aula: Planejamento