quarta-feira, 31 de outubro de 2012
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Notícia do dia (Furacão Sandy)
Nova York levará dias para voltar à vida normal após tempestade, diz prefeito
Bloomberg afirma que metrô seguirá fechado por 'quatro ou cinco dias' e que escolas não abrirão na quarta-feira por causa de Sandy, que deixou mais de 30 mortos na costa leste
iG São Paulo | - Atualizada às
O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, afirmou nesta terça-feira que levará dias para que a vida na cidade seja normalizada após a passagem datempestade Sandy . De acordo com Bloomberg, o sistema de metrô, atingido por danos sem precedentes, continuará fechado por "quatro ou cinco dias" e as escolas não abrirão na quarta-feira. "Essa tempestade foi devastadora, talvez uma das piores que já vivemos", afirmou.
Danos causados por incêndio durante a passagem da tempestade Sandy por Breezy Point, Nova York (30/10)
Sandy deixou ao menos 10 mortos apenas em Nova York - mais de 30 em toda a costa leste -, além de cortes de energia que ainda atingem pelo menos 750 mil moradores da cidade. O sistema de transporte público está fechado desde domingo e Bloomberg disse esperar que alguns ônibus possam voltar a circular ainda nesta terça-feira. Uma retomada completa do serviço, porém, está sendo estudada para quarta-feira.
De acordo com Bloomberg, mais de 6,1 mil pessoas estão em 76 abrigos. O incêndio que destruiu mais de 80 casas durante a noite em Breezy Point, no Queens, foi controlado. "Parecia um incêndio florestal no meio-oeste", comparou o prefeito, dizendo que outros 23 grandes focos de fogo foram registrados na cidade. Por causa da passagem de Sandy, o presidente dos EUA, Barack Obama, declarou zona de desastre nas regiões de Nova York e Nova Jersey. A medida permite que governos e comunidades locais solicitem com urgência recursos do governo federal para enfrentar as consequências da tempestade. No momento, o centro de Sandy se aproxima da Filadélfia.
De acordo com comunicado da Casa Branca, fundos federais estão disponíveis para os condados do Bronx, Kings, Nassau, Nova York, Richmond, Suffolk e Queens, todos na região de Nova York. Em Nova Jersey, a medida se refere aos condados de Atlantic, Cape May, Essex, Hudson, Middlesex, Monmouth, Ocean e Union.
A supertempestade Sandy chegou aos EUA na noite de segunda-feira com ventos de 130 km/h, tocando o solo em Nova Jersey, causando inundações e cortes de energia na região de Nova York. Sandy perdeu o status de furacão pouco antes de tocar a terra, mas a distinção é meramente técnica, definida com base na forma e na temperatura interna da tempestade.
Veja a trajetória de Sandy:
A Bolsa de Nova York permaneceu fechada nesta terça-feira, na primeira vez em que o fechamento aconteceu por dois dias consecutivos desde 1888, quando uma nevasca atingiu a cidade. As autoridades afirmam, no entanto, que o principal centro financeiro do país deve reabrir na quarta-feira. O nível do mar chegou a 4 metros em Manhattan, inundando o distrito financeiro e os túneis do metrô.
Os dois maiores aeroportos de Nova York estão fechados desde domingo e mais de 12 mil voos foram cancelados . Segundo o governador do estado, Andrew Cuomo, o aeroporto de La Guardia deve permanecer fechado nesta quarta-feira. Já o aeroporto JFK "provavelmente abrirá a partir de amanhã (quarta)", disse Cuomo.
Mais de 200 pacientes - incluindo 30 recém-nascidos que estavam na UTI - tiveram de ser transferidos do Hospital da Universidade de Tisch em Nova York após a energia cair e o gerador falhar. Os pacientes, muitos usando respiradores que funcionavam a bateria, foram levados a outros hospitais.
A usina nuclear mais antiga dos EUA, Oyster Creek, em Nova Jersey, entrou em estado de alerta por causa da tempestade. A instalação estava fechada desde 22 de outubro por causa de uma troca de combustível programada com antecendência, mas o aumento das águas na instalação, que fica perto da Baía de Barnegar, levou as autoridades a declarar "evento incomum" por volta das 19h de segunda-feira (horário local). Cerca de duas horas depois, a situação foi elevada para "alerta", o segundo nível mais baixo no sistema de avisos, que tem quatro níveis.
domingo, 28 de outubro de 2012
Resultado das eleições 2º turno Florianópolis/SC
FLORIANÓPOLIS
- Apurados: 322.875 (100,00%)
- Não Apurados: 0 (0,00%)
- Última atualização: 28/10/12 às 18h50
CANDIDATO | N° | PARTIDO | COLIGAÇÃO | VOTOS | % VÁLIDOS | STATUS |
---|---|---|---|---|---|---|
CESAR SOUZA JÚNIOR | 55 | PSD | PP / PSC / DEM / PSDC / PSB / PSDB / PSD | 117.834 | 52,64% | |
GEAN LOUREIRO | 15 | PMDB | PDT / PTB / PMDB / PSL / PTN / PPS / PHS / PMN / PTC / PV | 106.013 | 47,36% |
VOTOS APURADOS | VOTOS | % TOTAIS |
---|---|---|
Total de votos apurados | 257.279 | |
?Votos válidos
| 223.847 | 87,01% |
?Votos nulos
| 25.548 | 9,93% |
?Votos em branco
| 7.884 | 3,06% |
?Votos pendentes
| 0 | 0,00% |
COMPARECIMENTO | VOTOS | % TOTAIS |
---|---|---|
?Total Comparecimento
| 257.279 | 79,68% |
?Total de abstenções
| 65.596 | 20,32% |
?Eleitores
| 322.875 |
Notícia da Semana Atualidades (eleição de Haddad)
Petista Fernando Haddad é o novo prefeito de São Paulo
Escolha praticamente pessoal do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-ministro da Educação repete parte razoável da trajetória eleitoral da presidente Dilma Rousseff
Do Portal Terra
O candidato do PT à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, está matematicamente eleito, e é o novo prefeito de São Paulo. Com 92,48% das urnas apuradas até as 19h16, o petista tem 56,03% dos votos, e não pode mais ser alcançado pelo candidato do PSDB, José Serra, que aparece com 43,97%. Haddad vence a disputa após ficar em segundo lugar no primeiro turno, com 28,98% dos votos, atrás do tucano, que alcançou 30,75% dos votos válidos.
Escolha praticamente pessoal do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-ministro da Educação repete parte razoável da trajetória eleitoral da presidente Dilma Rousseff (PT). A exemplo de Dilma, o estreante Haddad foi apontado por Lula, enquanto boa parte dos quadros petistas preferiam a indicação da ministra da Cultura, Marta Suplicy (PT), prefeita de São Paulo entre 2001 e 2005, mas que havia perdido os dois pleitos seguintes. Haddad, que se licenciou do MEC em janeiro, precisou de uma escalada até a vitória deste domingo.
As primeiras pesquisas para a disputa em São Paulo, no mês de maio, davam ao ex-ministro cerca de 3% das intenções de voto. Primeiro candidato a apresentar plano de governo em detalhes, Haddad iniciou sua escalada rumo ao segundo turno quando o horário eleitoral gratuito chegou aos meios de comunicação. Com o apoio dedicado de Lula, em que pese suas limitações após o tratamento de um câncer na laringe, e da presidente Dilma, que dividiu a agenda com seus compromissos em Brasília, Haddad chegou à terceira posição. A primeira vitória também passou por uma coligação marcada por uma grande polêmica, mas que permitiu ao PT e seu candidato terem mais de sete minutos por dia na televisão.
Com intervenções diretas de Lula, a candidatura de Haddad recebeu os apoios do PSB e do PCdoB, o que obrigou Netinho de Paula a abdicar de sua pré-candidatura. Mas foi a aliança com o PP que criou polêmica: embora sejam aliados do PT no plano federal, os pepistas travaram rivalidade histórica na capital paulista, personificada pela imagem desgastada de Paulo Maluf. O deputado federal oficializou seu apoio a Haddad em uma fotografia com o ex-presidente que dominou o noticiário. Pouco ativo na campanha petista, porém, Maluf foi aos poucos suplantado.
Nos últimos dias da disputa de primeiro turno, Haddad deslanchou nas pesquisas e retomou os votos que Celso Russomanno, do PRB, parecia disposto a conquistar na classe mais carente. Novamente forte na periferia, o PT e seu candidato conseguiram mais de 29% do eleitorado da capital e a confirmação de mais três semanas de campanha. O adversário era um velho conhecido e o predileto dos petistas: José Serra, do PSDB. Vencido por Lula, em 2002, e por Dilma, em 2010, o tucano havia retornado a São Paulo em busca de um cargo majoritário, mas seu alto índice de rejeição (em torno de 50%) praticamente definiu a vitória a favor de Fernando Haddad, que optou por campanha propositiva e venceu graças a dois pilares principais: alianças e plano de governo.
Repercussão
O presidente estadual do partido em São Paulo, deputado Edinho Silva, afirmou esperar uma transição pacífica do governo de Gilberto Kassab (PSD). Segundo o parlamentar, o partido crê que a atual administração facilite a troca de comando na capital paulista.
"Vamos fazer uma transição democrática e republicana. Vai ser uma transição pacífica", disse Edinho. A liderança petista também refutou uma possível "perseguição política" aos atuais servidores alinhados com Kassab.
"Perseguição não faz parte da tradição do PT. O Haddad é um homem democrático. Ele vai chegar à prefeitura olhando para o futuro", afirmou. Segundo ele, funcionários da administração municipal que queiram auxiliar o futuro governante serão chamados a participar de um possível governo do PT.
Edinho também analisou a divisão de poder no Legislativo municipal. Para ele, Haddad deve trabalhar com maioria parlamentar em um futuro governo, criando as melhores condições para governar. "Não tenho dúvida de que ele vai conquistar maioria na Câmara (...) o governo dele vai surpreender muita gente na cidade".
Chalita
O deputado federal Gabriel Chalita (PMDB) afirmou que a vitória do candidato petista Fernando Haddad e a consequente derrota do tucano José Serrasignificam "o final de uma época e de um jeito de fazer política". Segundo ele, o PSDB errou ao investir sempre no mesmo nome, no caso, Serra, como candidato à prefeito.
"Quem perde é a democracia e houve um equívoco do PSDB", disse Chalita ao chegar ao hotel onde o PT organiza a possível comemoração da vitória de Haddad. Ainda segundo o deputado, a eleição de Haddad "é a vitória do povo de São Paulo, de propostas, de projetos e de um jeito novo de fazer política".
Chalita evitou comentar sobre a participação do PMDB no governo de Haddad e afirmou que o até então candidato tem de ter serenidade para buscar as pessoas mais competentes para os cargos. "Chegou o momento em que a política não deve encher de amiguinhos", disse Chalita. Ele ratificou ainda que em nenhum momento o PMDB discutiu cargos com o PT, após sua derrota no primeiro turno e o anúncio de apoio a Haddad.
Marta Suplicy
A ministra da Cultura Marta Suplicy avaliou a derrota de José Serra (PSDB) para Fernando Haddad (PT) na disputa pela prefeitura de São Paulo como "merecida" ao chegar ao hotel onde o partido prepara a comemoração pela iminente vitória. Prefeita da cidade entre 2001 e 2004, Marta concorreu àreeleição e foi derrotada pelo candidato tucano. "Convivi muito tempo com as mentiras dele (Serra), com as apropriações que ele fez do meu governo dizendo que eram realizações dele. A derrota deve estar sendo muito dura e foi merecida", afirma.
Para a ministra, o ex-presidente Lula foi "o grande vencedor dessa eleição". Pré-candidata à Prefeitura de São Paulo, Marta foi preterida pelo próprio ex-presidente. Inicialmente, ela não entrou na campanha de Haddad, passando a subir no palanque apenas na reta final, após assumir o cargo de ministra da Cultura.
Resultado das eleições 2º turno Joinville/SC
JOINVILLE
- Apurados: 369.702 (100,00%)
- Não Apurados: 0 (0,00%)
- Última atualização: 28/10/12 às 19h21
CANDIDATO | N° | PARTIDO | COLIGAÇÃO | VOTOS | % VÁLIDOS | STATUS |
---|---|---|---|---|---|---|
UDO DOHLER | 15 | PMDB | PDT / PTB / PMDB / PSC / PSDC / PRTB | 161.858 | 54,65% | |
KENNEDY | 55 | PSD | PSB / PSD | 134.295 | 45,35% |
VOTOS APURADOS | VOTOS | % TOTAIS |
---|---|---|
Total de votos apurados | 314.808 | |
?Votos válidos
| 296.153 | 94,07% |
?Votos nulos
| 12.305 | 3,91% |
?Votos em branco
| 6.350 | 2,02% |
?Votos pendentes
| 0 | 0,00% |
COMPARECIMENTO | VOTOS | % TOTAIS |
---|---|---|
?Total Comparecimento
| 314.808 | 85,15% |
?Total de abstenções
| 54.894 | 14,85% |
?Eleitores
| 369.702 |
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