domingo, 28 de outubro de 2012

Resultado das elições 2º turno em Blumenau/SC


BLUMENAU

  • Apurados: 229.675 (99,83%)
  • Não Apurados: 389 (0,17%)
  • Última atualização: 28/10/12 às 18h56
CANDIDATON°PARTIDOCOLIGAÇÃOVOTOS% VÁLIDOSSTATUS
NAPOLEÃO BERNARDES45PSDBDEM / PSDB129.15470,68%
JEAN KUHLMANN55PSDPRB / PTB / PMDB / PSL / PTN / PSC / PR / PPS / PSB / PRP / PSD53.57129,32%
VOTOS APURADOSVOTOS% TOTAIS
Total de votos apurados193.993
?Votos válidos
182.72594,19%
?Votos nulos
7.4093,82%
?Votos em branco
3.8591,99%
?Votos pendentes
00,00%
COMPARECIMENTOVOTOS% TOTAIS
?Total Comparecimento
193.99384,32%
?Total de abstenções
35.68215,51%
?Eleitores
230.064
Fonte: http://eleicoes.terra.com.br/apuracao-resultado/2012/2turno/sc/blumenau,80470.html

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Mais de serra e Haddad


Segundo turno

Serra rebate Lula e diz que petistas 'vão para a cadeia'

Tucano demonstrou que não pretende abdicar do chamado discurso ético e diz que PT quer vencer eleição paulistana para minimizar as condenações do partido no julgamento do mensalão

O candidato José Serra durante coletiva na sede central do PSDB, no centro de São Paulo
Candidato pretende manter julgamento do mensalão na pauta da eleição em São Paulo (Fernando cavalcanti/ Milenar )
Na semana decisiva da disputa pela prefeitura de São Paulo, o candidato do PSDB, José Serra, acusou neste domingo o PT, do adversário Fernando Haddad, de querer vencer a eleição paulistana para minimizar as condenações de líderes do partido no julgamento do mensalão. O tucano demonstrou que não pretende abdicar do chamado discurso ético na reta final da campanha ao afirmar que petistas acabarão na "cadeia".
Indiretamente, Serra fez alusão ao comentário do ex-ministro José Dirceu, já condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por corrupção ativa. Após a condenação, em encontro com correligionários, Dirceu disse que a vitória de Haddad era mais importante para o PT do que o julgamento. "Eles acham também que a eleição em São Paulo vai compensar o crime do mensalão. Mas não vai, não. Esse pessoal vai para a cadeia mesmo", afirmou Serra após discursar para universitários de uma associação na Lapa, bairro da zona oeste da capital paulista.
O candidato do PSDB tratou do assunto ao responder sobre as declarações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidente Dilma Rousseff, que participaram no sábado de um comício da campanha de Haddad. "Eles jogam eleitoralmente e na base da mentira. É um partido de gente que mente o tempo inteiro. Eles atacam, fazem jogo baixo e ao mesmo tempo dizem que o outro é que está fazendo", disse Serra.
Comparação – No comício, Lula comparou as renúncias de Serra a mandatos no Executivo (ele deixou a prefeitura em 2006 para concorrer ao governo do estado, do qual saiu em 2010 para tentar a Presidência) à trajetória dos ex-presidentes Jânio Quadros e Fernando Collor. Jânio e Collor também deixaram de terminar mandatos por motivos eleitorais. Dilma afirmou que Haddad é vítima da mesma "campanha de baixo nível" que ela enfrentou na disputa contra Serra em 2010.
"É a estratégia petista típica. Eles jogam baixo, muito baixo", disse Serra, sem citar nomes. A nova ofensiva do tucano vai contra o que pregam publicamente integrantes da campanha. Líderes mais próximos do candidato avaliam que o julgamento do mensalão já foi explorado com o eleitorado sensível ao tema e, portanto, talvez não venha a agregar quantidade significativa de eleitores. Coordenadores do comitê serrista dizem, no entanto, que é preciso manter a mesma linha de propaganda e não deixar o mensalão sair da pauta.
Em caminhadas nos bairros das zonas leste e sul, cabos eleitorais de Serra começaram a distribuir no fim de semana adesivos com a frase "Diga não ao mensalão" com tonalidade vermelha ao fundo – a cor usada pelo PT. O STF deve concluir nesta semana o julgamento. 

Noam Chomsky - Roda Viva (Brazil)

Notícia da semana Atualidades (Eleição em SP 2º turno)


A politica das agressões

O candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra, esquece as propostas para a cidade, parte para o ataque contra o concorrente do PT, Fernando Haddad, agride verbalmente jornalistas e despenca nas pesquisas às vésperas do 2° turno

Pedro Marcondes de Moura e Alan Rodrigues
Chamada.jpg
DESTEMPERO
A 17 pontos do petista Fernando Haddad, Serra se desespera e 
passa a utilizar uma tática agressiva na reta final da campanha
Vendo que a distância para o concorrente Fernando Haddad (PT) aumenta a cada nova pesquisa de intenção de voto, a uma semana do segundo turno da eleição à Prefeitura de São Paulo, o candidato do PSDB, José Serra, reedita a malfadada estratégia usada contra Dilma Rousseff na disputa presidencial de 2010. Diante das projeções nada alvissareiras para ele – o instituto Datafolha aponta uma vantagem de 17 pontos para Haddad –, Serra passou a enxergar na tática das agressões a única forma de evitar a derrota que parece se avizinhar. Destemperado e irascível no trato com jornalistas e até correligionários, o tucano acionou a metralhadora giratória nos últimos dias. Em atos públicos e, principalmente, nas inserções de rádio e televisão, Serra desferiu uma série de ataques ao oponente. Insistiu na tentativa de vincular Haddad aos réus do mensalão e explorou de maneira equivocada a confecção do chamado “kit gay” pelo petista durante sua gestão no Ministério da Educação.
IEpag38a42_Serra-1.jpg
“Isso não é combater homofobia, é uma espécie de doutrina. O problema do kit gay é acima de tudo pedagógico”, declarou o candidato do PSDB. O ataque se voltou contra ele próprio, quando o jornal “Folha de S.Paulo” revelou, durante a semana, que material semelhante destinado a tentar combater o preconceito a homossexuais havia sido distribuído em 2009, pelo governo de Serra, para escolas públicas paulistas. Questionado sobre a contradição, Serra tentou, em vão, diferenciar as duas iniciativas, perdeu a cabeça e mergulhou sua campanha numa agenda negativa na reta final da eleição.
Ataques a jornalistas Descontrolado, Serra agrediu verbalmente jornalistas em três ocasiões. Na segunda-feira 15, indagado por uma repórter do portal UOL se o tom mais agressivo de seu primeiro programa do segundo turno guardava relação com a diferença então de dez pontos percentuais em relação a Haddad nas pesquisas, disse que ela estava ajudando a campanha petista. Na terça-feira 16, quando a mesma profissional perguntou se o tucano concordava ou não com o uso de materiais de combate à homofobia nas escolas, Serra esquivou-se de responder e sugeriu que a repórter deveria ir trabalhar no comitê do PT. Já em entrevista à rádio CBN, o ex-governador incomodou-se com questões colocadas pelo jornalista Kennedy Alencar, a quem chamou de mentiroso e acusou de fazer campanha para o adversário. A postura adotada pelo tucano foi criticada por Soninha Francine, do PPS, candidata derrotada no primeiro turno e apoiadora da campanha do PSDB. “Eu não concordo com esse jeito dele de reagir. Mas, infelizmente, ele (Serra) é assim, não tem paciência com a imprensa.” O resultado não poderia ser pior. Nos últimos dias, as propostas para a cidade, que é o que importa para o eleitorado, foram relegadas a segundo plano pelo candidato do PSDB. E sua rejeição junto à população bateu incríveis 52%.
2.jpg
Na batalha pelo comando da capital paulista, José Serra parece mandar às favas a premissa do marketing político segundo a qual “quem bate, perde”. Pesquisa da empresa Controle da Concorrência aponta que, durante o primeiro turno, o ex-governador gastou 16,57% de suas 4.874 inserções no horário comercial televisivo em ataques ao adversário petista, mesmo com a liderança de Celso Russomanno (do PRB) até as vésperas do pleito. Foram 666 inserções endereçadas apenas a atacar Haddad e outras 142 que citavam, além do ex-ministro da Educação, outros postulantes. No mesmo período, Haddad destinou 7,75% do seu espaço a críticas ao adversário tucano. O petista elencou como principais motes a renúncia de Serra ao cargo de prefeito em 2006 e a administração do prefeito Gilberto Kassab, considerada ruim ou péssima por 42% dos eleitores. O coordenador-geral da campanha tucana, o deputado federal Edson Aparecido, tenta minimizar os efeitos da estratégia, que, até agora, se revela equivocada. “Mostrar as falhas de Haddad no comando do Ministério da Educação é discutir a capacidade dele de gerir uma cidade como São Paulo”, diz Aparecido. “Isso não pode ser confundido com agressividade. Faz parte de qualquer campanha”, comenta.
3.jpg 
Tática de risco Para o consultor político Gaudêncio Torquato, no entanto, trata-se de uma tática muito arriscada e que, normalmente, não gera resultados. “Em grandes centros urbanos, os ataques pessoais, acusações ou tentativas de destruir a imagem de candidatos não costumam produzir resultados. Apenas reforçam a opinião daqueles que já são eleitores deste ou daquele partido”, comenta o professor da Universidade de São Paulo (USP). Segundo Torquato, o eleitor, em geral, prefere uma campanha baseada em propostas. “O eleitorado quer uma campanha propositiva em que o candidato se mostre capaz de solucionar os problemas da cidade”, analisa. Para o estudioso, o único ataque capaz de alterar votos é aquele que consegue desconstruir as propostas feitas pelo opositor. Foi o que ocorreu com o Celso Russomanno (PRB) no primeiro turno da eleição paulistana. “O Russomanno caiu vertiginosamente depois de baterem em sua ideia de atrelar o preço das tarifas de ônibus às distâncias percorridas pelo passageiro”, lembrou Torquato.
4.jpg
Diante do cenário favorável apontado pelas pesquisas, a ordem no QG do concorrente de José Serra, o petista Fernando Haddad, é usar materiais negativos apenas para neutralizar eventuais ofensivas do tucano Serra. Foi seguindo esta estratégia que Had­dad propôs a Serra, durante o debate da Rede Bandeirante na quinta-feira 18, uma espécie de armistício para retirar as ofensas da pauta do segundo turno e promover uma campanha voltada a ideias para a cidade. “Fica o meu convite para que as duas equipes se reúnam amanhã e estabeleçam um protocolo para que esses ataques pessoais saiam de cena e tenhamos uma semana mais propositiva”, propôs Haddad. “Temos que discutir exclusivamente as propostas”, afirmou. Nos bastidores do staff do PT sabe-se, no entanto, que até a eleição do domingo a escalada de agressões tende a crescer. Vislumbrando possíveis denúncias do lado tucano, os petistas guardam munições nas mangas. “Se a campanha do Serra vier com algum denuncismo de última hora, vamos trazer à tona temas que envolvem crimes financeiros de pessoas próximas a ele”, diz um dos coordenadores da candidatura petista.
5.jpg 
Crítica de aliados Apesar de o núcleo da campanha do PSDB ainda manter discurso otimista e desqualificar os resultados das pesquisas que apontam uma diferença de 16 a 17 pontos de vantagem de Haddad sobre Serra, dirigentes da legenda já admitem que as chances do ex-governador vencer a corrida pela prefeitura de São Paulo tornaram-se remotas. O tucano passa por uma trajetória de queda até entre o eleitorado cativo do partido. Em conversas com interlocutores, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso criticou duramente a condução da campanha. “A campanha de Serra flerta com o conservadorismo”, disse FHC, presidente de honra do PSDB. O ex-governador Alberto Goldman também demonstrou contrariedade com o tom adotado por Serra. “Se fosse ele, não alimentaria o debate sobre o kit gay. Diria que não tem nada a ver com a eleição”, afirmou Goldman. O uso do kit gay por Serra irritou até o presidente do PSDB, Sérgio Guerra. “Em São Paulo, a campanha resvala para elementos que não são os mais relevantes. Se foi mamãe que fez o kit gay ou se foi vovó que assinou”, criticou Guerra.

Antes de aceitar ser candidato ao Executivo Paulistano, José Serra comparava a atual disputa eleitoral a um funeral. Se vencesse, receberia honras militares. Porém, se perdesse, seria “enterrado como indigente”. No domingo 28, as urnas nortearão o seu destino.
Fotos: Ale Cabral/Futura Press; Marlene Bergamo/Folha Imagem
Fonte: Controle de Concorrência 
Fotos: Adriana Spaca/Brazil Photo Press/Folhapress; Paulo Pinto
Fotos: HELVIO ROMERO/AG. ESTADO/AE; joão castellano/ag. istoé

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Notícia da Semana Atualidades (Irã e o programa nuclear)


Líder supremo diz que Irã não vai desistir de programa nuclear

Anúncio foi feito após a adoção de novas sanções por parte da União Europeia

Do Portal Terra
000_Nic6141225.jpg
 
O líder da República Islâmica, Ali Khamenei, declarou nesta terça-feira (16) que o Irã persistirá em seu programa nuclear, após o anúncio de novas sanções feito pela União Europeia, denunciadas como "irracionais" pelo Ministério das Relações Exteriores.
 
"Eles (os ocidentais) dizem que as pressões tendem a levar o Irã para a mesa de negociação, mas nós nunca permitiremos", disse o líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, citado pela televisão estatal.
 
"O verdadeiro objetivo desses que apresentam esta fórmula de propaganda política é levar a nação iraniana a capitular nas negociações. Mas nós os respondemos: são fracos demais para serem capazes de forçar o povo iraniano a se ajoelhar diante de vocês", acrescentou.
"Os líderes europeus ainda vivem no século XIX e em tempos coloniais (...), mas eles devem saber que a resistência do povo iraniano ainda vai criar problemas", alertou.
 
Para o porta-voz da diplomacia iraniana, as sanções unilaterais contra o Irã adotadas pelo Ocidente sob o pretexto do programa nuclear "são ilegais, irracionais e desumanas".
 
"A verdadeira razão destas sanções é a independência iraniana. Mesmo se a questão nuclear for resolvida, eles (os ocidentais) vão criar outras questões para pressionar o Irã", afirmou Ramin Mehmanparast, porta-voz do Ministério iraniano das Relações Exteriores em seu encontro semanal com a imprensa.
 
Os ministros europeus estrangeiros, reunidos na segunda-feira em Luxemburgo, adotaram novas sanções que se somam a outras, entre elas o embargo às transações de petróleo, que entrou em vigor em julho.
 
A UE ataca o sistema financeiro com a proibição de qualquer transação entre os bancos europeus e iranianos, com isenções dadas caso a caso, a fim de permitir a continuação do comércio legítimo.
 
A isto se somam sanções contra o Banco Central iraniano, novas restrições ao transporte de petróleo e a proibição da importação de gás iraniano.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Notícia - Marejada


Marejada começa nesta quinta-feira repleta de novidades

A abertura da 26ª Marejada está marcada para esta quinta-feira (11) a partir das 19h30 no Palco Gastronômico. Os bons resultados registrados durante a Volvo Ocean Race fizeram com que a organização optasse por utilizar a Vila da Regata para montar a estrutura da festa. De píer para atracação de escunas - de onde partirão passeios pelo Rio Itajaí-Açu - a novos palcos, a festa esse ano tem várias novidades. Esse contato com a natureza e as atrações envolvendo o mar são as principais.
O mapa da 26ª Marejada (anexo) contempla quatro palcos. O Centreventos, onde serão realizados os shows nacionais paralelos à festa, também servirá para receber atrações locais nos dias alternados às apresentações de grande porte. No píer, onde funcionará um restaurante, estará outro palco. Ali perto, a sardinheira garantirá um dos mais consumidos pratos da Marejada: a sardinha na brasa.

De frente para as barracas gastronômicas, tocadas por entidades assistenciais de Itajaí, estará o palco Vila. Intensa programação durante todos os dias de festa ocorrerão no local. No auditório do Centreventos, a criançada se encantará com a estrutura e apresentações específicas, como teatro infantil e grupos de danças folclóricas.

Estacionamento
Uma grande área, para até 300 veículos, será usada como estacionamento. A administração do local foi definida por licitação e o valor é de R$ 15 para carros e R$ 5 para motos.

Chope oficial
A Cervejaria Colônia produzirá o chope oficial da Marejada. Serão vendidos chope claro (400 ml), escuro (400 ml) e de vinho (400 ml) a R$ 5. Refrigerante (lata) custará R$ 3, mesmo preço da água mineral (500 ml). Energético (lata) será vendido a R$ 7, e a dose de uísque nacional a R$ 6 e a dose de Passport a R$ 8.

Quiosque do marisco
Nessa edição da Marejada, os frutos do mar também terão vez. Um quiosque especial comercializará mariscos frescos, em diferentes receitas.

Cinema 3D
Atração que chamou a atenção na Volvo Ocean Race, o cinema 3D volta a Itajaí. Para crianças e adultos interessados nesse tipo de tecnologia.

Parque de diversão
Esse ano a Marejada contará novamente com um parque para a diversão de pessoas de diferentes idades. Serão vários brinquedos e muita adrenalina e animação.

26ª Marejada
De 11 a 21 de outubro
Centreventos Itajaí (Avenida Beira-Rio, Centro)
Informações: (47) 3348-1080
www.blogdamarejada.wordpress.com
www.marejada.itajai.sc.gov.br
Fonte: http://novo.itajai.sc.gov.br/noticia/3539

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Notícia da semana Atualidades (Serra e Haddad)



    Serra e Haddad irão disputar 2º turno em São Paulo

    PT conta com aliança com Gabriel Chalita; para o vice do tucano, Alexandre Schneider, rejeição do candidato irá cair

    AE e Terra
    Serra-e-Haddad-2.jpg
    Com 93,13% das seções apuradas em São Paulo, o segundo turno das eleições na Capital está matematicamente garantido para os candidatos do PSDB, José Serra, e do PT, Fernando Haddad, de acordo com análise do especialista em marketing político e pesquisa eleitoral Sidney Kuntz para a Agência Estado.
    Com essas urnas apuradas, o candidato tucano, José Serra, tem 1.766.571 votos e lidera a apuração com 30,98% dos votos válidos. O candidato do PT, Fernando Haddad, vem na sequência com 1.643.389, ou 28,82% dos votos válidos. Celso Russomanno, do PRB, mesmo liderando as pesquisas de intenção de votos durante boa parte da campanha eleitoral, está em terceiro lugar e matematicamente não tem mais como disputar o segundo turno, informa o especialista, pois com 93,13% das urnas apuradas, ele soma 1.227.670 votos, ou 21,53%.
    O candidato do PMDB, Gabriel Chalita, está com 776.959 votos, ou 13,62% dos votos válidos. Os números são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
    Alianças
    Com a confirmação de um duelo de segundo turno com José Serra, do PSDB, oPT conta com uma aliança encaminhada com Gabriel Chalita, do PMDB, para a disputa da prefeitura de São Paulo no fim do mês. De acordo com o presidente nacional petista, Rui Falcão, todo o apoio será bem vindo, inclusive o de Celso Russomanno (PRB). A afirmação do dirigente foi feita após a apuração superar 90% de urnas contadas na noite deste domingo.
    "A tendência...tendência...é que a gente esteja junto com nossos aliados. Pelas conversas anteriores, pelo próprio comportamento do candidato Chalita. Mas, não quero antecipar, porque será objeto de conversa entre as direções. Mas a tendência é que a gente esteja junto", declarou Rui Falcão. O PMDB é o principal aliado do governo federal e a aliança já teria sido costurada entre o presidente Dilma Rousseff, do PT, e seu vice Michel Temer, do PMDB.
    A respeito de Russomanno, Rui Falcão afirmou: "vamos procurar todos que queiram estar conosco no segundo turno" e "todos (...) que quiserem apoiar nosso programa serão bem-vindos". Terceiro colocado da apuração, Russomanno chegou a chamar Haddad de "mentiroso" na última semana, quando ainda liderava as pesquisas de intenção de voto. Ele não comentou a possibilidade de o PR, que apoiou Serra no primeiro turno e faz parte do governo federal, trocar de lado em São Paulo.
    O presidente nacional do PT ainda se limitou a rir ao receber a notícia de que Paulo Maluf, do PP, disse ter sido pouco utilizado pelo PT durante o primeiro turno. "Ele disse isso?", questionou. Sobre o julgamento do mensalão influenciar a discussão de segundo turno, Falcão também foi breve: "esse tipo de campanha não tem dado certo em lugar nenhum".
    Serra
    O candidato a vice-prefeito na chapa de José Serra (PSDB), Alexandre Schneider (PSD), disse na noite deste domingo acreditar que o tucano pode reverter sua alta taxa de rejeição no segundo turno das eleições municipais, um das principais desafios da coligação nesta campanha. "Eu acho que ainda dá pra reverter (a rejeição de Serra). Já foi de 45% e agora é de 38%", afirmou Schneider.
    Ele comparou Serra ao atual prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, que também tinha uma alta taxa de rejeição quando foi eleito. "Na última eleição, o Kassab ganhava por 60% a 40%. É mais ou menos o que o Serra tem hoje, apesar da rejeição", disse o candidato.
    Schneider pediu respeito a Russomanno, mas falou que quer até os votos do candidato do Psol, Carlos Giannazi. "PT e PSDB tiveram o mesmo desempenho do que em outras eleições. O fator surpresa foi o Russomanno, de um partido pequeno, mas que temos que respeitar", afirmou. Sobre a busca de votos de eleitores de outros partidos, o candidato a vice disse que "queremos os votos até do Giannazi". "Mas os votos do núcleo petista nunca vão ser nossos", admitiu Schneider.
    Questionado sobre os temas que devem ter repercussão na segunda etapa das eleições, Alexandre Schneider disse que quem vai decidir é o eleitor. "Eu particularmente acredito que quem define os temas de uma eleição é o povo de São Paulo. É ele que diz 'é esse o assunto que eu quero'", afirmou o candidato.

Resultado da eleição para prefeito itajaí 2012

JANDIR BELLINI11PPPP / PDT / PTB / PMDB / PSC / PR / PPS / DEM / PSDC / PHS / PMN / PTC / PSB / PRP / PSD63.85762,57%
DR. DEODATO45PSDBPRB / PSL / PSDB / PT do B19.69219,29%
NÍKOLAS REIS13PTPT / PTN / PC do B18.51218,14%

Fonte: http://eleicoes.terra.com.br/apuracao-resultado/2012/1turno/sc/itajai,81612.html#prefeito

Vereadores eleitos em Itajaí 2012

MAURILIO MORAES55555PSDPTB / PSDC / PSB / PSD2.9572,87%
DEDÉ11511PP2.7912,71%
DOUGLAS CRISTINO55123PSDPTB / PSDC / PSB / PSD2.4792,40%
THIAGO MORASTONI13111PTPT / PTN / PC do B2.4482,37%
GIOVANI13333PTPT / PTN / PC do B1.9031,85%
CLAYTON BATSCHAUER22000PRPSC / PR / PPS / PMN1.7021,65%
LAMIM15100PMDB1.7021,65%
AFONSO ARRUDA15011PMDB1.6761,63%
ZÉ FERREIRA11153PP1.6541,60%
PAULINHO AMANDIO12000PDTPDT / PTC / PRP1.6171,57%
NEUSA GIRARDI15699PMDB1.5831,54%
TONHO DA GRADE11111PP1.5701,52%
SUSI BELLINI11222PP1.5431,50%
DULCE AMARAL55855PSDPTB / PSDC / PSB / PSD1.5231,48%
CARLOS ELY23023PPSPSC / PR / PPS / PMN1.5211,48%
OSVALDO GERN11777PP1.4481,40%
PISSETTI25107DEM1.3931,35%
OSVALDO MAFRA12555PDTPDT / PTC / PRP1.3621,32%
ANNA CAROLINA10987PRBPRB / PSL / PSDB / PT do B1.3461,31%
RAFA DA PADARIA DA VILA44111PRPPDT / PTC / PRP1.1191,09%
PROF. ACÁCIO45678PSDBPRB / PSL / PSDB / PT do B8560,83%
Ver mais em: http://eleicoes.terra.com.br/apuracao-resultado/2012/1turno/sc/itajai,81612.html#vereador

Como Montar uma Aula: Planejamento